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A Sida - Vista por um Curador

por Martin Brofman, Ph.D.

Cada um de nós é um sistema de energia. A energia flui através do nosso ser, e é dirigida pela nossa consciência. Quando nós somos saudáveis, ou estamos em equilíbrio a energia fluí suavemente.


A fluidez da energia é regulada por sete centros energéticos, chamados chakras.


Qualquer enfermidade ou doença pode ser descrita como uma condição desequilibrada. A SIDA ( ou sendo um Seropositivo é uma condição for a desequilíbrio afectando o sistema imunitário. O sistema imunitário é orientado ou controlado pela glândula do Timos, que é regulada pelo chakra do coração. O chakra do coração é a parte do nosso sistema energético que tem efeito e é afectado pelas nossas percepções do amor.


Assim, a SIDA, é uma condição de desequilíbrio, que de alguma forma está relacionado com as percepções individuais em relação ao amor.


A doença começou entre os membros da nossa sociedade porque os seus estilos de vida criavam um sentido de separação daqueles que amavam. Sem o amor que eles precisavam e não vendo uma saída desse dilema essas pessoas a uma dada altura preferiram morrer. O sistema imunitário ai deteriorava para que o seu desejo pode-se ser levado avante.


Entre os membros da comunidade homossexual a determinação de resolver a liberdade de expressão sexual era também acompanhada pela necessidade de esconder a preferencia sexual dos pais, associados de negócios, e de membros em geral, com o medo de não serem aceites, de não serem amados.


Com as atitudes puritanas generalizadas da sociedade heterossexual, os medos muitas vezes eram justificados, mas a situação também criava em muitos membros da comunidade gay uma negação deles próprios, uma forma de se auto julgarem o que estimulava ainda mais um tom assertivo o exercitarem a sua preferência sexual com uma exigência de aceitação ainda mais elevada.


Sem a aceitação individual próprias, mesmo assim, eles tinham dificuldade em reconhecer a aceitação dos outros. Ficavam sempre desconfiados que outros os estariam a julgar da mesma forma que eles se julgavam a eles próprios.


Na comunidade Haitiana a dura regra marcial imposta pelos ditadores Duvalier, criaram um ambiente de suspeita e medo, até entre os membros da mesma família, ocultando assim o amor.


Outra vez, o estilo de vida ou as pessoas criaram um sentido de separação daqueles que amavam. Foi assim, que a SIDA nasceu lá também.


Os drogados infectados, que estavam a viver estilos de vidas que os separava daqueles que amavam acabavam por fechar o coração. Crianças nascidas neste meio, não encontrando o amor necessário começaram a morrer também – uma vez mais por falta de amor. Quando estas crianças iam para escolas oficiais eram postas de lado, marginalizadas porque estavam doentes, não sendo amadas uma vez mais. Eram temidas e os pais de crianças saudáveis exigiam que as crianças infectadas de Sida fossem retiradas das escolas. Havendo assim ainda mais o sentido de não aceitação.


As nossas percepções criam a nossa realidade. Nós podemos dizer que aqueles que desenvolveram SIDA tinham a percepção de que não eram amados. Essa percepção era alimentada e reforçada e essas pessoas podiam assim reafirmar a sua crença de que não eram amadas, provando a elas próprias de que isto era verdade. As nossas percepções criam a nossa realidade.


Depois, perguntavam-se, o que lhes valia viver para?


A resposta que encontraram por não se verem a ser amados foi, não retribuir o amor, e assim o chakra do coração fechava mais e mais, afectando a glândula do Timos e o sistema imunitário. A nossa sociedade criou a SIDA para nos mostrar que precisamos amar mais. Nós já entrámos na Era do Aquário, a Era do Chakra do coração. Nós temos, como consciência planetária, entrado numa era na qual já não faz sentido em pensar em termos individuais, ou nos termos de conflito. Nós agora somos obrigados a pensar em termos de colaboração, em termos do que podemos fazer para ajudar os outros, nos termos do amor, em termos de servir.


É obvio que nós não poderiamos dizer á Russia que o Chernobyl era um problema deles. Nós já vimos que incidents num país pode ter efeitos noutros países, ou mundialmente. Nós estamos obrigados a pensar mais em termos globlais, e na verdade já o começamos a fazer.


Sida, tal como qualquer situação de desequilíbrio, pode ser curada. O que é preciso é amor.


Um Jovem em São Francisco que criou o sintoma da SIDA foi lhe dado uma terapia radical, que reverteu os efeitos da doença que resultou na sua recoperação. Ele tinha que andar nas ruas com balões, sendo assim visivelmente diferente, e quando as pessoas passavam por ele, e olhavam para ele,ele tinha de entregar um cartão que dizia “ EU amo-te”


Ao principio, ele sentia-se conspicuous. No segundo dia era mais fácil. Ao terceiro dia ele sentia de facto amor por esses outros seres que o estavam a ver de maneira diferente – e ele também sinta a ser amado, mesmo com as suas diferenças. Ele recuperou!


Louise Hay, uma curadora extraordinária Americana, que tem tido muitos sucessos na revertendo a SIDA somente por focar a sua atenção em aspectos de perdão e de auto-aceitação e usando terapias que enfatizam estas qualidades. Os seus sucessos mostram a eficácia nesta abordagem ao coração. Ela tem tido mais sucesso com pacientes com SIDA que qualquer outro indivíduo que eu tenha ouvido falar.


Na experiência deste escritor no que respeita a curar pacientes de SIDA, o factor consistente era o desequilíbrio no chakra do coração, e a pobre qualidade das relações nas suas vidas.


Um jovem foi capaz de se abrir para receber amor durante uma cura e mais tarde o seu medico disse-lhe que ele afinal não tinha SIDA, mas sim apenas uma infecção provocada por um fungue, Canadia. Outro que recuperou foi lhe dito pelo seu medico que o diagnóstico original teria que ter sido um erro.
Pessoas podem recuperar da SIDA quando aprendem a reconhecer o amor, e acreditar nele, colocarem-se em relações onde podem se nutrir em vez de se punirem. Isto é, eles aprendem a deixar de se punir e assim permitem-se serem nutridos. Eles aprendem a aceitarem-se e aceitarem aqueles que não os aceitam.


Com aceitação, com amor, o chakra do coração pode uma vez mais funcionar normalmente, restaurando a força na glândula do Timos, e assim no sistema imunitário. O indivíduo ai poderá decidir que á alguma coisa pela qual viver, uma vez que o amor está de volta nas suas vidas. O fluir da energia e restaurada tendo como resultado a volta da sensação de plenitude que conhecemos com saúde.


Nós somos seres de energia. Quando nós o bloqueamos ou interrompemos o fluir desta energia o resultado é doença ou acidente, ás vezes isto acontece como um chamado por amor. Nos temos a capacidade de restaurar a fluidez da energia e providenciar uma abundância de amor onde houvesse uma percepção de falta de. Quando o fazemos uma cura acontece.


É imperativo, agora, que mantenha-mos os nossos corações abertos, e repor o julgamento com aceitação. È vital que nós aprendamos a amar ainda mais, e permitir sermos amados. Nós devemos relacionar-nos nas nossas relações e usar a comunicação para clarificar mal entendidos e discordância.


Quando nós conseguimos manter-nos num espaço de amor, nós teremos um efeito positivo no nosso ambiente, um efeito de cura. Com os nossos corações abrimo-nos ao amor á nossa volta e aceitando-nos na nossa totalidade, nós não estaremos a criar as condições quem que podemos apanhar SIDA.
A resposta é aceitação. A resposta é o Amor.


© Copyright Martin Brofman 1990

 


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